Ministro da Saúde visita Santa Casa de Sorocaba

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, visitou, no dia 2 de março de 2018, a Santa Casa de Sorocaba. A visita ocorreu antes do evento previsto com o presidente Michel Temer, sobre a entrega de ambulâncias, para renovar a frota de Samu para cidades da região.

Sobre a possibilidade de atualização de recursos enviados à unidade, inclusive este sendo pedido do Padre Flávio Jorge Miguel Júnior, atual Diretor Presidente do hospital, Barros ressaltou que o governo tem feito “um grande esforço para ampliar o financiamento e melhorar a gestão e, com isso, melhorar a saúde que temos”.

“Estamos com autorização de coleta de informações e notificação de serviços para saber qual é o limite que extrapola aquilo que o ministério está passando”, alegou Barros.

O Ministro da Saúde disse, durante a visita, que a empresa responsável por terminar a construção da Casamata deve ser contratada nos próximos dois meses: “A nova empresa deve ser contratada em dois meses, provavelmente, e aí vamos retomar a obra, concluir e instalar o acelerador”. A Casamata é um espaço destinado para os pacientes com câncer fazerem radioterapia. Ricardo Barros lamentou o atraso na obra, que ocorreu em função da falência da construtora anterior. O ministro afirmou que, com a instalação do acelerador, o cumprimento da lei dos 60 dias será cumprido. “Com o acelerador, todas as pessoas que foram diagnosticadas com câncer poderão iniciar o tratamento em 60 dias”.

Pela primeira vez na história de Sorocaba, um Ministro visita a Santa Casa de Misericórdia. Tal visita veio animar e engrandecer os funcionários, médicos e colaboradores do hospital.

“Eu não esperava tal visita, foi tudo de última hora”, afirma o Diretor Presidente Pe. Flávio Júnior.

Como não ver nisso um sinal do céu? Como não perceber que Deus está exaltando a pequenina Santa Casa de Misericórdia de Sorocaba? Como não vermos nestes fatos a ação misteriosa do Espírito Santo?

A Igreja deve ser a voz dos que não têm voz!

Esta é a sua missão. Diante dos poderosos deste mundo, a Igreja deve falar em nome dos doentes, dos pobres e mais aflitos. Enfim, afirma Pe. Flávio, o importante é irmos readquirindo credibilidade para a reconstrução da Santa Casa, que foi mergulhada em profundo endividamento ao longo dos últimos anos.